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Manter o prédio livre da sujeira é fundamental para o bem-estar dos moradores e a conservação da edificação
Um condomínio limpo e bem conservado
causa sempre uma boa impressão, tanto
nos moradores quanto nos visitantes. mas
quando o assunto é faxina, são muitos os
itens com os quais síndicos e empregados
têm que se preocupar. É preciso saber
que espaços devem ser limpos com mais
frequência, como calcular a quantidade
de produtos a serem comprados mensalmente,
quantos funcionários devem ser
recrutados para o serviço diário e como
lidar com o descarte do lixo, entre outras
tarefas importantes. nesta matéria, você
vai encontrar tudo o que precisa saber para
deixar seu condomínio um brinco, sem que
seja necessário gastar muito para isso.
Na ânsia de querer ver os espaços
comuns em ordem, muitos síndicos se
esquecem de que certas áreas devem ter
prioridade. Para guilherme Kuhnert, da
madalenense locação e serviços Ltda.,
especializada em terceirização de mão de
obra para condomínios, em primeiro lugar
devem estar os locais onde se deposita o
lixo, quer na lixeira central ou nos espaços
reservados nos andares. em seguida,
toda a área comum. “Não adianta deixar
brilhando a portaria se escadas, corredores,
elevadores, garagens e partes externas não
estiverem no mesmo nível de qualidade.”
O especialista recomenda: em edifícios
maiores ou onde haja grande circulação,deve ser obrigatória a varredura diária
dos locais de uso comum. Para um efeito
mais caprichado, é válido passar cera em
dias alternados e utilizar máquina de encerar
de segunda a segunda. ao orientar os
funcionários, não se pode deixar de prestar
atenção ao tipo de superfície que será limpa.
Para o mármore, o ideal é usar água e
sabão. Nos pisos frios, exceto os de ardósia,
não convém passar cera. Já para madeira
esse produto está liberado.
“Excluindo a madeira, em todas as superfícies
podem ser utilizados detergente,
desinfetante e sabão em pó. Gastando
muito pouco, apenas cerca de R$ 300
mensais, é possível deixar o condomínio
sempre limpo e perfumado”, acrescenta
Guilherme. essa é justamente a filosofia de
Patrícia Evaristo da Silva, síndica do condomínio
Residencial Gaia, no Méier. com
dois blocos de seis andares cada um (82
unidades no total), o empreendimento administrado
pela CIPA tem apenas dois anos
de vida, mas passou por um problema sério
apesar da pouca idade.
A síndica conta que, por causa da mudança
dos moradores recém-chegados,
feita sem cuidado, as paredes das áreas comuns
e dos corredores dos andares ficaram
imundas. “a tinta é clarinha, e o prédio, que
era novo, parecia totalmente acabado.” em
vez de gastar os tubos pintando tudo novamente,
Patrícia, que exerce a profissão
de assistente social, adotou uma medida
mais econômica: passou água e sabão em
tudo. “Com apenas sete meses como síndica,
promovi um choque de ordem no
condomínio. os moradores acharam que
eu tinha mandado pintar tudo, tão bom
foi o resultado.”
Mensalmente, Patrícia desembolsa entre
R$ 300 e R$ 400 com a compra de produtos
de limpeza. São 15 litros de desinfetante, 5 litros de detergente concentrado (faz
o dobro de quantidade), detergente neutro,
cloro, sabão em pó etc. uma das medidas
importantes de sua gestão foi comprar dois
carrinhos multifuncionais, com os quais os
quatro funcionários (dois em cada turno) encarregados
da limpeza fazem o serviço. “Por
não precisarem ficar pegando produtos no
estoque, eles perdem menos tempo e limpam
uma área maior”, conta.
O tamanho do condomínio, com piscina,
playground, salões de festa e jogos, sala
de repouso, piscina e bosque, entre outras
bossas, assusta. mas no quesito limpeza,
Patrícia é campeã. “os funcionários limpam
e varrem todos os espaços, diariamente. A
lixeira recebe atenção especial de manhã
e de tarde. até dos jardins nós cuidamos”,
revela, acrescentando que a piscina conta
com manutenção à parte, ao custo mensal
de R$ 1,4 mil. com relação à equipe da faxina,
a comandante tem uma visão interessante:
prefere trabalhar com uma dupla de
rapaz e moça. “A moça é mais cuidadosa,
pensa nos detalhes. E o rapaz faz o serviço
braçal. O resultado é 100%”, brinca.
Itens que não podem faltar
É importante os síndicos estarem atentos à qualidade dos produtos utilizados na
faxina. Muitas empresas, como a StarBril,
disponibilizam linha completa de itens,
com preços bastante atrativos. De acordo
com monicele oliveira, do departamento
administrativo da empresa, com sede em
Ramos, quando a compra é feita em um
só local, otimiza-se o prazo de entrega. Ela
aponta ainda o que não pode faltar no dia
a dia: sacos de lixo, limpadores em geral,
vassouras, rodos e desinfetantes. Além
desses, a starBril tem como campeões de
venda: cloro, sabão em pó/pedra, balde,
papel-toalha/higiênico, pano, cera, contêiner
de 240 litros e carrinho.
Segundo Monicele, os espaços que
consomem o maior volume de produtos
nos edifícios são as áreas sociais, como elevadores,
corredores, hall de entrada, salões
de festa e playground, já que há grande
circulação de pessoas. Quanto à periodicidade,
a StarBril recomenda cuidar diariamente
de elevadores sociais, corredores e
hall de entrada. semanalmente, podem
ser limpos escadas, elevadores de serviços,
salões de festas e playgrounds. Já no estacionamento
a limpeza pode ser feita de 15
em 15 dias.
No condomínio do edifício Dona Balbina,
na Tijuca, a síndica, Dona Edmir de
Moraes, que tem a ajuda da CIPA na administração, é mais rigorosa com a garagem. “Solicito a limpeza toda semana, e
mesmo a garagem sendo dedetizada ainda
coloco creolina nos ralos. Aqui o prédio é todo cheiroso”, gaba-se, revelando
que conta com apenas um faxineiro na
edificação de oito andares e 32 apartamentos.
como a movimentação é pequena,
a lavagem das escadas e a limpeza
da entrada social e do terraço – onde há
churrasqueira, um pequeno salão de festa
e dois banheiros – podem ser feitas uma
vez por semana. o custo mensal com os
produtos é baixo: módicos R$ 160.
Limpo também por fora
Mais do que simplesmente deixar os ambientes
perfumados, manter o prédio limpo
ajuda a conservar o patrimônio dos condôminos.
Se nos espaços comuns a faxina já faz
parte da rotina, na fachada, que é o cartão
de visitas, a manutenção é palavra de ordem.
A Paroli, empresa especializada em serviço
e manutenção prediais, realiza a limpeza de
forma mecânica, apenas com água, utilizando
lavadora de alta pressão. isso porque o uso
de abrasivos químicos, como cloro ou outros
produtos cáusticos, deteriora o rejunte entre
as peças e pode alterar a tonalidade dos
revestimentos, reduzindo sua vida útil e até
mesmo ocasionando pontos de infiltração
que podem danificar o emboço ou o reboco.
Melhor ter cautela ao fazer o trabalho
por conta própria, já que um serviço malfeito
pode afetar o bolso dos moradores. muitos
síndicos se perguntam: quanto tempo
demora a limpeza de uma fachada frontal?
Conforme explicam os especialistas da Paroli,
a estimativa é feita com base na metragem
quadrada. No geral, com um efetivo
devidamente dimensionado, executam-se,
em média, 350 m² por dia/por andaime. A
mudança na posição dos equipamentos
suspensos e dificuldades como ventanias
e acesso à fachada podem demandar mais
tempo. Para um prédio de dez andares e 15
metros de largura, a fachada frontal poderá
ser limpa em cinco ou seis dias.
Nesse segmento, os equipamentos e produtos estão cada vez mais modernos,
garantindo maior durabilidade aos acabamentos
e diminuindo os custos com
possíveis reformas. Para os prédios com
revestimento cerâmico ou de pedras naturais,
recomenda-se a limpeza a cada cinco
anos, dependendo da velocidade com que a
fachada acumula sujeira. Final do ano chegando, é grande o número de prédios que
recebem pintura nova. Para essa alternativa,
indicam-se as tintas acrílicas, que resistem à
ação climática. o preço da pintura fica em
torno de R$ 3,10 o metro quadrado. Agora
há opções mais baratas para deixar o prédio
em ordem, a R$ 2,50 o metro quadrado.
Reservatórios de água em dia e pragas urbanas longe
Quando o assunto é faxina, a palavra água está sempre na ponta da língua. Mas
e os reservatórios que armazenam a água
consumida pelos moradores, como devem
ser tratados? o engenheiro químico da Insetisan,
Cláudio Mesquita, lembra que, em
conformidade com a lei estadual nº 1893,
de 20/11/1991, a área tem que ser obrigatoriamente
higienizada a cada seis meses.
O processo de higienização consiste, primeiro,
em uma limpeza mecânica para retirada
do lodo nas paredes do reservatório,
sem produto químico algum, e, depois, na
desinfecção, utilizando-se um bactericida à base de cloro.
O custo depende do tamanho e da
quantidade de reservatórios, mas fica na
média de R$ 500 a R$ 600 por limpeza.
Mesquita lembra que a equipe operacional
da insetisan recebe treinamentos periódicos
ministrados internamente pelo corpo
técnico da empresa. “Além disso, temos,
em nossa programação anual, outros treinamentos
externos, incluindo trabalho em
espaços confinados”, diz.
Mesmo com todo zelo pela limpeza, é
comum ver baratas perambulando, serelepes,
pelo condomínio ou até mesmo dentro
dos apartamentos. A associação é imediata:
o prédio está sujo. E muitas vezes, uma
coisa não está ligada à outra. Por isso é imprescindível
cuidar do controle de pragas
urbanas. Já reconhecida no mercado pela
atuação nessa área, a Insetisan confirma: a periodicidade mínima é de seis meses para
controle de baratas e ratos, que são as mais
comuns, ao lado do temido cupim.
Segundo Mesquita, o tratamento de
cada uma dessas pragas deve ser feito por
pessoal capacitado, através de uma empresa
de controle de pragas registrada no
Inea (antiga Feema). O controle de baratas
e ratos é menos complexo, apesar de existir
uma dependência grande da ajuda do condomínio,
principalmente nos quesitos limpeza
e organização para que os resultados
de controle sejam os esperados.
“Já o controle de cupins é mais complexo,
pois é necessário avaliar o tipo de inseto,
o nível de infestação e as condições da estrutura
para fazer um diagnóstico e traçar
uma estratégia de controle. Para isso, é importante
recorrer a empresas especializadas,
que possuam técnicos experientes e possam
oferecer uma garantia real sobre o serviço
executado”, ratifica o engenheiro químico.
Para evitar a proliferação de pragas, a
dica da Insetisan é simples: realizar limpeza
com todo cuidado. devem-se fazer um
bom manejo do lixo, organizar e conservar
as estruturas, manter as áreas de lixeira
sem azulejos quebrados, sem frestas ou
fendas e os dutos em perfeitas condições.“São ações decisivas no controle de baratas
no condomínio”, sentencia Mesquita. Nada
impede que o serviço de controle seja feito
também dentro de cada unidade, de acordo
com as necessidades dos moradores.
Marcus Pires, do departamento técnico
da Imuni-Service Controle de Pragas, revela
que, para um apartamento de dois quartos,
sala e dependências, o tratamento contra
baratas sai a R$ 120. “Mas temos projetos
que chegam a R$ 30 mil reais”, pondera.
Consciente da importância de cuidar
do lixo de maneira correta, a fim de evitar
a proliferação desses seres indesejáveis, o
síndico Gabriel Collares Barbosa reformou a
área da lixeira do edifício Ipê, em Copacabana,
ao custo de R$ 25 mil. Além de trocar
o revestimento, consertou o piso, reforçou
a iluminação, fechou os dutos e comprou
um compactador. Os moradores receberam
orientação sobre a importância de coleta
seletiva e passaram a fazer a separação do
material, que é recolhido às sextas-feiras.
Conservação de calçadas é obrigatória
Para quem pensa que a faxina é obrigação
apenas do portão para dentro, ledo
engano: as calçadas também devem merecer
toda a atenção. de acordo com o
departamento Jurídico do Secovi Rio, a lei
municipal nº 1.350, de 26 de outubro de
1988, autoriza o Poder Executivo, em seu
artigo 1º, a tornar obrigatórias a limpeza,
conservação e construção de calçadas
diante de imóveis residenciais, comerciais
ou mistos no Rio. Além disso, o decreto nº
29.237, de 28 de abril de 2008, estabelece
procedimentos administrativos com relação
à fiscalização pela Secretaria Municipal
de Obras. Recentemente, na onda do
choque de ordem promovida pelo prefeito
Eduardo Paes, as subprefeituras da cidade
realizaram operações em vários bairros
para fiscalizar o estado das calçadas.
Donos de estabelecimentos comerciais,
síndicos e proprietários de residências foram
notificados a reparar as calçadas em
mau estado localizadas em frente a seus
imóveis, com prazo de 30 dias. Quem descumpre
a determinação da Prefeitura fica
sujeito a multa e até cassação de alvará.
O diretor da LPM Engenharia – que
presta serviços de manutenção e reformas –, Paulo Roberto Reis Paiva, explica que,
quase sempre, o conserto de uma calçada é simples. Os problemas mais comuns são
o aparecimento de buracos, causado pela
circulação de pessoas e veículos, ou rachaduras
geradas por raízes de árvores e desgaste
natural do solo. Quando há pedras
portuguesas, comuns no centro da cidade
e em ruas tradicionais da Zona Sul, é que o
serviço pode ficar mais complexo. Para pisos
cimentados simples, o custo da reforma fica
em torno de R$ 60 o metro quadrado.
Em relação às intervenções de prestadoras
de serviços públicos, por conta de reparos,
o que pode acabar danificando o piso
em frente ao prédio, o condomínio deve
notificar à companhia para que ela reponha
a calçada no mesmo estado em que a
encontrou. caso o problema não se resolva
administrativamente, restará a via judicial.
Mergulho tranquilo
Verão chegando, a piscina
passa a ser a área mais requisitada
do condomínio. Por isso
mesmo os síndicos precisam ter
atenção redobrada. A limpeza
deve ser realizada através de duas
formas: a física (escovação de paredes,
peneira, limpeza de borda
e filtração) e a química (uso de
ajustadores de ph e cloro). O custo
de limpeza de reservatórios de
até mil litros sai a R$ 99.
Conforme explica sônia de carvalho, diretora da Rialti, que atua há 39
anos no mercado de equipamento e produtos para tratamento de piscinas,
os itens mais consumidos pelos condomínios são a barrilha, para correção
do pH, o algicida, que contém a proliferação de algas, o clarificante, para
aglutinar as partículas em suspensão na água, e o cloro, que desinfeta.
Diariamente, é preciso verificar as condições de transparência da água,
colher com a peneira folhas ou insetos que possam vir a cair no espelho d’água,
filtrar e clorar. semanalmente, devem-se medir o ph, limpar as bordas,
escovar a parte interna, colocar floculante e fazer a aspiração da sujeira
decantada. De 15 em 15 dias é importante fazer a retrolavagem da areia do
filtro e mensalmente se pode colocar oxidante diluído na piscina, o que gera
economia de cloro. e uma vez por ano é indispensável realizar a troca da
carga de areia do filtro.
Teiceirizar ou não terceirizar, eis a questão
Nas edificações de pequeno e médio
portes, normalmente os síndicos
optam por utilizar a mão de obra interna
na limpeza. mas em muitos grandes
condomínios residenciais e comerciais,
principalmente na Barra da tijuca, a
terceirização surge como uma boa alternativa.
De acordo com especialistas,
o sistema possibilita ganhos em agilidade,
qualidade e produtividade. guilherme
Kuhnert, da madalenense, ratifica:
administrar um condomínio pode ser
uma tarefa árdua. Portanto, contar com
a ajuda de uma firma de terceirização
alivia sobremaneira o peso do trabalho.
Guilherme acredita que, para um
síndico profissional, a terceirização facilita
o dia a dia, já que ele não precisa
ficar envolvido com as tarefas burocráticas
de pessoal: contracheque, transporte,
alimentação, controle de material,
reposição de faltas, substituição de
férias etc. Isso sem falar que o 13º já está
incluído na mensalidade do contrato, o
que elimina a necessidade de cotas extras no final do ano. Para o síndico que
tem outra profissão ou para aquele que
está assumindo o cargo, ainda inexperiente,
essa também é uma alternativa
interessante. “Umas das vantagens é o
acompanhamento regular de um funcionário
da empresa terceirizada, avaliando
a qualidade do serviço prestado.
Em caso de falta por motivo de saúde,
por exemplo, o empregado é imediatamente
substituído, evitando-se o comprometimento
do trabalho”, reforça o
representante da Madalenense.
É importante que o condomínio
escolha uma empresa idônea e já reconhecida
no mercado. Guilherme lembra
que, para o tomador do serviço, é essencial
receber as guias do INSS e FGTS
quitadas, bem como as cópias das folhas
de pagamento para verificar horas
extras e descontos, já que ele é também
solidário nas questões trabalhistas. Outra
vantagem da terceirização do serviço
de limpeza, lembra, é um controle de
qualidade mais eficaz dos serviços.
Limpando com critério
Uma faxina malfeita pode degradar o
patrimônio e as áreas comuns do edifício
e a negligência no manuseio de certos
produtos químicos pode causar acidentes
graves. Para não cair nessas armadilhas,
confira pontos importantes quando o assunto é limpeza:
Produtos ácidos aplicados em pisos
com frequência prejudicam o rejunte e a
manta impermeável, causando vazamentos
e até prejuízos à impermeabilização;
Produtos químicos para limpeza e
conservação da água da piscina não devem
ser estocados embaixo da churrasqueira;
Produtos químicos para diversas
finalidades não devem ser estocados uns
sobre os outros, porque, em caso de vazamento,
pode ocorrer reação química de
graves consequências;
Funcionários da faxina devem trabalhar
com luvas de látex, óculos de proteção
e botas, em vez de chinelos;
Recrutar zeladores treinados para
coordenar e supervisionar o trabalho, evitando
que se gaste muito mais material de
limpeza do que o necessário, gerando desperdício,é uma atitude inteligente.
Usando os produtos certos, nas quantidades corretas
Uma dúvida que atormenta grande
parte dos síndicos é: que tipo de produto
deve ser usado em cada superfície? E com
que frequência? Veja:
Pisos frios de cerâmica, vitrificados ou de
granilite – o produto recomendado é o sabão
neutro. umedeça levemente um pano macio
com água e sabão, depois passe um seco. A
frequência recomendada de limpeza é diária.
Piso de ardósia ou mármore – use sabão
neutro e cera acrílica incolor. Umedeça
levemente um pano macio com água e
sabão, depois passe um seco. Para encerar,
use cera com base seladora. com ela não é
necessário remover a camada antiga para
reaplicar. Frequência: diária, para a limpeza,
e quinzenal, para o enceramento.
Piso de madeira – use sabão neutro e cera
acrílica incolor. umedeça levemente um
pano macio com água e sabão, depois
passe um seco. depois use a cera acrílica,
que protege o verniz da madeira.
Frequência: diária, para a limpeza, e quinzenal,
para o enceramento.
Pisos de áreas externas (pedra mineira e
pedra goiás) – o produto recomendado é
o limpa-pedras em quantidade suficiente
para umedecer a área a ser limpa. Atenção:
o produto é altamente tóxico e só
deve ser usado nesses tipos de piso ou em
garagens. a frequência recomendada de
limpeza é diária.
Espelhos e vidros – use detergente neutro,
umedecendo levemente um pano macio.
Use jornal para secar, assim não ficam
manchados. A limpeza deve ser diária.
Móveis de madeira – use espanador, detergente
neutro e lustra-móveis, semanalmente.
Umedeça o pano com água
e sabão, depois passe um seco. Para o
lustra-móveis, aplique com pano seco em
movimentos circulares.
Pisos de garagem – os produtos recomendados
são desengordurante e removedor.
A quantidade aproximada é de um balde
de 500 ml para uma garagem com 52
carros. use uma vassoura se estiver difícil
remover a gordura. Prefira horário de menos
movimento. Frequência: mensal.
Sanitários – produtos a serem utilizados:
bactericida e desinfetante, diariamente.
A quantidade aproximada é de 50 ml do
borrifador para um banheiro simples. Se
quiser um cheiro agradável use aromatizadores
em spray.
Prataria – use polidor de metais uma vez
por semana, em quantidade suficiente para
umedecer uma flanela pequena. não use água ou sabão, eles escurecem a prata.
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Patrícia Evaristo da Silva: "Com apenas sete meses como síndica,, promovi um choque de ordem no condomínio."

Edmir de Moraes, do condomínio Dona Balbina, orgulha-se de adminstrar um prédio extremamente limpo e cheiroso.

O síndico Gabriel Collares Barbosa reformou a área da lixeira do edífico Ipê, e os moradores receberam orientação sobre como proceder à coleta seletiva.


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