
A leitora que ganhou o livro África do Sul , de Kinha Costa, é Ana Maria Braz Soares, copeira da CIPA há 14 anos e pessoa responsável pelo saboroso café que tanto estimula os trabalhos no dia a dia da empresa. Função da maior importância. Maria mandou a seguinte notícia: “Em 2008, enfartei, fiz cateterismo, fiquei três meses de licença, quase morri, mas voltei a trabalhar no dia 5 de novembro. Fiquei boa, graças a Deus. A ótima notícia é que estou vivendo normalmente. Qual a dica? Evitar gorduras e caldo de galinha (daqueles que são vendidos prontos) que eu usava diariamente. O médico descobriu que foi esse caldo que provocou o enfarto!”
As boas notícias, que esta coluna divulga, dizem respeito tanto à vida social da cidade e do planeta quanto à da comunidade CIPA. Aqui toda boa-nova é noticiada. A Bem Dita! também estimula o hábito da leitura, e em todos os números destacamos títulos interessantes. Envie sua notícia para o e-mail smarismendonca@gmail.com e ganhe um livro da escritora e atriz Veralindá Menezes.
Finalmente, o Beijódromo de Darcy Ribeiro
A Bem Dita! anunciou, no número 37 da Condomínio etc. , a eleição de Paulo Ribeiro para a presidência da Fundação Darcy Ribeiro (Fundar) e se comprometeu a divulgar boas notícias da nova administração. Promessa é dívida.
A Fundar comemora a decisão da reitoria da Universidade de Brasília, UnB, em conceder 7 mil metros quadrados na Praça Maior do campus universitário para a construção do Memorial Darcy Ribeiro. Essa decisão encerra uma espera de 13 anos, quando Darcy foi homenageado com o título honoris causa pela universidade que ele criou e da qual foi seu primeiro reitor. O Memorial Darcy Ribeiro, cujo projeto arquitetônico e funcional é de autoria de João Filgueira Lima, o Lelé, grande parceiro de Darcy e Oscar Niemeyer, vai reunir acervo, biblioteca e exposição permanente de Darcy e Berta Ribeiro, sua mulher, além de uma galeria de arte e sala de audiovisual. Com o memorial, finalmente, o auditório a céu aberto, apelidado de Beijódromo pelo Darcy, completará o traço sonhado por ele para o campus que também tem seu nome.
Boas dicas de leitura e um presente para você
Lilindda, em Minha Amiga Rosinha , de Veralindá Menezes, é uma publicação da editora Príncipes Negros de Porto Alegre. Lilindda é uma pré-adolescente que está conhecendo seu primeiro amor e, nessa caminhada, divide seus segredos com um ser muito especial: Rosinha, uma anja negra! Veralindá dedicou Lilindda a sua filha Schena, que tinha uma amiguinha imaginária e com ela aprendeu a não ter medo do escuro.
O livro pode ser solicitado pelo site www.livrariacultura.com.br, e quem enviar uma boa notícia para a Bem Dita! ganhará outro livro de Veralindá, A Princesa Violeta , dedicado a sua filha Sharon Menezes que, quando menina, sempre pedia à mãe que lhe contasse uma história de reis e rainhas negros. Violeta é uma belíssima princesa, herdeira de um reino muito rico, que fica triste ao descobrir a frustração de seu pai por não ter um filho homem e, então, prepara-se e se transforma em uma grande guerreira.
“Agora todas as crianças do Brasil poderão brincar de princesa encantada e de anjo (ou de presépio de Natal), de igual para igual. Conheça a primeira princesa encantada negra de um conto de fadas e apaixone-se por ela!”, convida Veranlindá, que costuma contar a história com músicas especialmente compostas para o tema e imagens projetadas em telão.
Associação de Pais, Amigos e Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais da Light - Apael
Fundada em 30 de junho de 1994 por Álvaro do Amaral Menezes, a Apael é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter assistencial, científico e filantrópico, que tem por missão promover, defender e reinvidicar os direitos das pessoas com deficiência e de seus responsáveis, visando à sua integração e/ou reintegração na sociedade.
Valorizar as potencialidades das pessoas com deficiência, investindo em suas habilidades, e defender os direitos dos empregados e ex-empregados da Light com filhos deficientes são alguns dos objetivos da associação, que oferece apoio e orientação a seus associados, realiza palestras com profissionais especializados e participa da elaboração, da execução e do acompanhamento aos jovens do Programa Iluminar da Light. Para o cumprimento de sua missão, a Apael necessita de contribuição finaneira, a critério de cada um, que pode ser depositada em uma das seguintes contas bancárias: Banco do Brasil, agência 3518-1, conta-corrente 411.354-3, ou Banco Real, agência 0161, conta-corrente 0760.579-0. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.apael.com.br, pelo e-mail apael@light.com.br ou pelo telefone 2211-4821.
Oficinas gratuitas da Biblioteca Pública no Centro Cultural Light
Participe e desenvolva seu potencial de leitura
Em função das obras anunciadas na edição passada desta coluna, as Oficinas Nipo-Brasileira e de Leitura & Expressão da Biblioteca Pública do Estado do Rio de Janeiro estão ocorrendo na biblioteca do Centro Cultural Light (Av. Marechal Floriano,168, Centro) às quartas e quintas-feiras, das 14h às 17h, graças a uma parceria entre as duas instituições.
As oficinas têm o objetivo de exercitar a leitura e são um espaço de livre expressão. A Nipo-Brasileira conta ainda com a prática de origamis e o debate sobre a cultura japonesa; as de Leitura & Expressão em espanhol e em francês aproximam os alunos da cultura dos povos de língua espanhola e francesa, através de músicas, textos literários, jornalísticos e de assuntos gerais. E a Oficina de Leitura & Expressão em português promove a prática da leitura solidária, um exercício complementar à leitura solitária de cada indivíduo. Pessoas de qualquer idade e nível de conhecimento estão convidadas a participar! As inscrições podem ser feitas pelo telefone 2224-6184 ou pelo e-mail: oficinaseventos@bperj.rj.gov.br.
12º Festival Vegano Internacional – de 22 a 25 de julho/PUC Rio
No meio da maior floresta urbana do mundo, num dos lugares mais aprazíveis do Rio de Janeiro, entre saguis e árvores centenárias, a Sociedade Vegetariana Brasileira promove, de 22 a 25 de julho na PUC Rio, o 12º Festival Vegano Internacional. “Ao mudar nosso estilo de vida podemos desempenhar um papel fundamental na construção do mundo melhor que todos queremos, no qual a pomba branca da paz tenha onde pousar seus fatigados pés”, diz o folder do evento que promoverá conferências sobre o impacto da dieta centrada na carne sobre a saúde humana, animal e do meio ambiente; oficinas; demonstrações culinárias com chefs de cozinha nacionais e internacionais; comércio justo, ético e sustentável. Diante do clamor do mundo por paz e respeito, da impiedosa destruição da natureza, das doenças, da obesidade e da fome, é preciso repensar e encontrar novas atitudes. Mais informações no site www.svb.org.br.
Adulto analfabeto que aprende a ler tem aumento de 9,3% na renda
Um estudo do Centro de Microeconomia Aplicada da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo , revela que quando um adulto analfabeto aprende a ler e a escrever, sua renda aumenta em 9,3%. Se for uma mulher, esse retorno no salário é de 16,6%. Boa notícia e ótimo estímulo para aprender a ler e a escrever.
A sociedade civil espera que haja mais oferta gratuita de cursos de alfabetização pelos órgãos governamentais. Segundo Vladimir Ponczek, coautor do estudo, “além de contribuir para uma sociedade mais igualitária, ao serem alfabetizadas, essas pessoas passarão a receber melhores salários e serão também melhores consumidores, o que vai reverter em mais impostos para o governo. Os homens analfabetos trabalham em setores manuais, como a construção civil, nos quais o ganho com a alfabetização não será muito grande. No caso das mulheres, o aumento é maior porque, se ela trabalha como empregada doméstica, a capacidade de leitura será importante e a valorizará.” A pesquisa aponta ainda que, quanto mais velho for o indivíduo, mais acentuada fica essa diferença em relação ao gênero. Em geral, o aumento salarial para pessoas de 46 a 60 anos é de 13%, enquanto para as mulheres nessa faixa etária o retorno financeiro é de 24,3%. Atualmente, cerca de 18% da população mundial de indivíduos com mais de 15 anos não sabe ler nem escrever. No Brasil, esse percentual é de 11% entre os adultos, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios de 2005.